Natal: os segredos da Árvore

2009 Dezembro 9


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(Árvores de Natal de diferentes estilos, materiais e autores.)

  

Segundo o calendário, um pouco por todo o mundo vivem-se os dias que antecedem as comemorações da Quadra de Natal, que assinalam o nascimento de Jesus, oficialmente marcado a 25 de Dezembro, muito embora  tal data seja afinal, simbólica.  

 Um dos símbolos mais associados a esta festa é a Árvore de Natal,  um pinheiro ou abeto que é enfeitado e iluminado, na noite de Natal. Esta tradição parece ter raízes muito longínquas, em várias zonas geográficas e associada a cultos antigos de vida e morte, normalmente festejados na época do ano correspondente ao mês de Dezembro. De facto, a celebração do dia de Natal a 25 de Dezembro e o  símbolo da Árvore de Natal parece terem em comum a origem nas antigas festividades pagãs do solstício de Inverno: o menor dia do ano, a partir de quando a duração do dia começa a crescer, simbolizava o início da vitória da luz sobre a escuridão.

É possível que os antecedentes da Árvore de Natal se encontrem entre o segundo e o terceiro milénio a.C.. Naquela época, uma grande variedade de povos indo-europeus que estavam a expandir-se pela Europa e Ásia, consideravam as árvores uma expressão da energia de fertilidade da Mãe Natureza, e por isso rendiam-lhes culto. Por outro lado a árvore representava o elemento que estabelecia a ligação simbólica entre a terra e o além. Velhas mitologias  invocavam-na para representar a vida do cosmos, o crescimento, a multiplicação e a regeneração da natureza, e associavam-na a entidades imaginárias, divinas ou não.

O carvalho foi, em muitos casos, considerado a rainha das árvores. No inverno, quando as suas folhas caíam, os povos antigos costumavam colocar-lhe diferentes enfeites  para atrair o espírito da natureza, que se pensava  haver fugido.

 Entre os egípcios, o cedro era relacionado a Osíris; os gregos ligavam o abeto a Átis, a azinheira a Júpiter, o loureiro a Apolo, os germânicos colocavam presentes sob o carvalho sagrado de Odin, para as crianças irem buscar e sorrirem. Às vésperas do solstício de inverno, os pagãos da Europa do Norte, especialmente da região compreendida pelos actuais territórios da Letónia, Lituânia e Estónia, embrenhavam-se nos bosques e cortavam pinheiros. Transportavam-nos para as suas casas e colocavam-nos em vasos de terra, exactamente como acontece agora; enfeitavam-nos com guirlandas, ovos pintados e pequenos doces; por último, cantavam e dançavam em torno dos pinheiros ornamentados. Saudavam tanto o fenómeno astronómico como as colheitas obtidas no ano que findava. Na Escandinávia faziam-se sacrifícios ao deus Thor, debaixo de uma árvore bem frondosa. Nos países germânicos também era costume colocar árvores verdes em casa no início do inverno, além de plantar um pinheirinho na frente de casa ou junto das fontes, a fim de conseguir bênçãos para o lar e água potável para beber. No primeiro dia do ano, todas essas árvores eram enfeitadas com fitas, presentes e guloseimas, para garantir fartura de pão e riquezas.

Consta que  os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casa no dia mais curto do ano (que é em Dezembro), como símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Nas culturas célticas, os druidas tinham o costume de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para festividades também celebradas na mesma época do ano.

Também os romanos enfeitavam árvores com máscaras de Baco em honra de Saturno,(Cronos grego) deus da agricultura, durante as festas chamadas de “Saturnália” e “Brumália”, na mesma altura em que hoje preparamos a Árvore e celebramos o Natal.

As saturnálias eram  festividades da religião romana dedicadas ao templo de Saturno e à mítica Idade de Ouro, o tempo do início da humanidade, que foi percebido como um estado ideal, ou utopia, quando o género humano era puro e imortal. Na mitologia clássica ocorreu durante o governo de Cronos. Paz e harmonia predominaram durante esta era. Os humanos não envelheciam, mas morriam pacíficamente. A primavera era eterna e as pessoas eram alimentadas com bolotas de um grande carvalho, com frutas silvestres e mel que gotejava das árvores.  Este tempo terminou quando Prometeu deu o segredo do fogo aos homens. Então Zeus puniu os homens, permitindo que Pandora abrisse a sua caixa que originou todo o mal no mundo mortal.

A Saturnália era celebrada todos os 17 de Dezembro, mas ao longo dos tempos, foi alargada à semana completa, terminando a 23 de Dezembro. Era um período de alegria e troca de presentes. Tinha início com grandes banquetes, sacrifícios, às vezes orgias; os participantes tinham o hábito de saudar-se com io Saturnalia, acompanhado por doações simbólicas. Durante estes festejos a ordem social era subvertida: os escravos podiam considerar-se temporatiamente homens livres. Eram também  eleitas certas divindades, personificações  do mundo subterrâneo, às vezes identificadas com Saturno, às vezes com Plutão, responsável pelas almas dos defuntos, mas também protector das campanhas e das colheitas. Acreditava-se que tais divindades, saídas das profundezas do solo, vagueavam em cortejo por todo o período invernal, isto é, quando a terra repousava e era inculta por causa das condições atomosféricas. Deviam então ser aplacadas com a oferta de presentes e de festas em sua honra e, além disso, induzidas a retornar ao além, onde teriam favorecido as colheitas da estação estival.

No dia 25 de dezembro, imediatamente após a Saturnália, comemorava-se a Brumália, o nascimento do deus-sol, ou “o nascimento do Sol Invicto“. Era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o “Sol da Virtude”. A data,  no Hemisfério Norte, coincidia com o solstício de inverno, o dia “mais curto do ano”, com menos horas de luz.

Em tempos remotos, também os persas  tinham os seus deuses inspirados no sol, e comemorações nos dias 24 e 25 de dezembro. No dia que corresponde ao nosso 24 de dezembro, os persas queimavam o seu deus Agni, construído a partir de um tronco de árvore, e colocavam outro, novo, em seu lugar. Com o novo deus, os dias começavam a aumentar porque, segundo supunham, o seu deus jovem estava cheio de vigor para produzir dias maiores. Adoravam-no então com diversas solenidades aparatosas e sacrifícios humanos.

As festividades romanas de Saturnália e Brumália, por estarem bem enraizadas nos costumes populares, continuaram a ser celebradas mesmo sob a influência cristã: a Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno. Segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adoptado para que a data coincidisse com essa festividade romana dedicada ao “nascimento do deus sol invencível”, (Natalis Invistis Solis), que assim está na origem da celebração do Natal, e do símbolo da Árvore, neste preciso dia. 

A tradição da Árvore foi incorporada por outros povos, especialmente pelos germânicos. No início do século VIII, quando o monge beneditino anglo-saxão Bonifácio foi autorizado pelo papa Gregório II a trabalhar como missionário na Turíngia, Alemanha central, o então futuro santo católico deparou-se com o culto generalizado da árvore. Primeiro, combateu-o duramente. Chegou a empunhar o machado e abater uma árvore sagrada erguida no topo de um monte, para mostrar a inexistência dos deuses pagãos. Depois, passou a invocar o perfil triangular do abeto como Símbolo da Santíssima Trindade, que veio substituir o carvalho, até então considerado como símbolo divino. Na Europa Central, no século XII, penduravam-se árvores com o ápice para baixo em resultado da mesma simbologia triangular da Santíssima Trindade.

Ao mesmo tempo, São Bonifácio constatou que árvores como o pinheiro, por exemplo, têm folhas perenes e resistentes. Assim, lembrariam Jesus, fonte da vida eterna.

Diz-se que foi Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante, que após um passeio, pela floresta no Inverno, numa noite de céu limpo e de estrelas brilhantes trouxe essa imagem à família sob a forma de “Árvore de natal”, com uma estrela brilhante no topo e decorada com velas, isto porque para ele o céu devia ter estado assim no dia do nascimento do Menino Jesus.

Os alemães adoptaram fácilmente a Árvore de Natal. Acrescentaram-lhe frutas, doces, velas e flores de papel colorido – as brancas para representar a inocência; as vermelhas, o conhecimento. Além disso, difundiram-na internacionalmente. Assim, a primeira referência a uma “Árvore de natal” tal como hoje a conhecemos, surgiu no século XVI e foi nesta altura que ela se vulgarizou na Europa Central, há notícias de árvores de natal na Lituânia em 1510.

Os relatos de meados do século XVII, provenientes da Alsácia (França), são de que florescimentos de árvores no dia do nascimento de Jesus, levaram os cristãos da antiga Europa a ornamentar as suas casas com pinheiros no dia do natal, única árvore que, nas imensidões da neve, permanece verde.

No início do século XVII, a Grã-Bretanha começou a importar da Alemanha a tradição da Árvore de Natal pelas mãos dos monarcas de Hannover. Contudo a tradição só se consolidou nas Ilhas Britânicas após a publicação pela “Illustrated London News”, de uma imagem da Rainha Vitória e Alberto com os seus filhos, junto à Árvore de Natal no castelo de Windsor, no natal de 1846.

Esta tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos EUA aquando da guerra da independência pelas mãos dos soldados alemães. A tradição não se consolidou uniformemente dada a divergência de povos e culturas. Contudo, em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma árvore de natal e a tradição mantém-se desde 1923.

 A novidade chegou a França em 1840, por iniciativa da princesa alemã Helena de Mecklemburgo, mulher do duque de Orleans. Portugal e Brasil foram adeptos ainda mais tardios.

 (texto elaborado com base numa pesquisa em vários sites)

Arte com…papel 3D

2009 Novembro 13
por marialynce

Bert simons 1

 

Bert Simons concebe retratos “pseudo-realistas” tridimensionais, apenas utilizando o papel, num rigoroso trabalho de colagem e montagem , a partir da utilização de um programa informático de redes 3D. 

 

paperworks__rozemarijn__rozemarijn_lucassen_paper_portrait (Bert Simons)

Para esta obra, o retrato de Rozemarijn Lucassen, Simons descreve as várias fases de construção das suas esculturas em papel:

(Clicar imagem abaixo)

paperworks__rozemarijn processo

 

Simons também executou o seu auto-retrato, e para concretizar o seu desejo de espalhar e perpetuar a sua imagem, colocou à disposição dos internautas a planificação do seu rosto para que o possam montar, em todo o mundo…

 

paperworks__clone

Para PLANIFICAR o rosto de Bert Simons.

 

Uma distinta aproximação ao conceito de escultura de papel realista é a de Osang Gwon, artista sul-coreano.  As suas esculturas são criadas a partir de centenas de fotografias de uma pessoa (ou animal, ou objecto), de todos os ângulos possíveis, que depois são sobrepostas, cobrindo um modelo que construiu em poliestireno de alta densidade, resultando em reproduções tridimensionais bastante detalhadas, em tamanho real, de aspecto surpreendente e surreal.

Osan Gwon 1

 

Osang Gwon2

 

Osang Gwon3

Para ver mais obras.

 

Kriativa Blog

2009 Novembro 8
por marialynce

bloggincana_001

 Desta vez a tarefa da Gincana ficou mais complexa, pois foi necessário uma análise mais completa ao blog que nos calhava em sorte na lista. Mais difícil ainda quando nunca o tinha visitado!

Vá até o blog “inscrito”, imediatamente, antes do seu e:

O blog chama-se Kriativa Blog e a sua autora é Raquel Machado. Apresenta-se de forma algo original, criativa, com um grande cabeçalho onde aparecem duas belas rosas brancas, anunciando já o género de blog: muito pessoal, carinhoso, sentimental, revelando que a autora está principalmente interessada em partilhar as suas emoções e opiniões num diálogo constante e verdadeiro com um círculo de amizades que se vão criando.

a) Leia as três últimas postagens.

Depois de ler as postagens de 4, 5 e 6 de Novembro escolhi então a de dia 6 para responder ao questionário…

b) Escolha uma delas para responder às perguntas:

  1) Por que escolheu essa? 

O post escolhido é  “ESPECIAL DE RELACIONAMENTOS” ,   a 2ª parte, e última, de uma secção criada pela     autora sobre  histórias de amor, contadas pelas várias frequentadoras deste blog. Pareceu-me  interessante esta participação e exposição de histórias que são muito importantes para cada uma das pessoas envolvidas. Aqui vai o post:

ESPECIAL DE RELACIONAMENTOS

Então antes de mais nada queria agradecer a todas que me enviaram suas historinhas eu amei todas cada uma do seu estilo e do seu jeito mas todas nos mostrando que o amor é inesquecível, surpreendente e quando ele bate na porta não a como escapar…
Eu fiz dois mimos para vocês que participaram e gostaria de oferecer aqui fiquem a vontade para levar!

:: PRÊMIO AS PARTICIPANTES DO ESPECIAL ::

:: MEU PRIMEIRO BEIJO ::

::MINHA HISTÓRIA DE AMOR ::

:: AMOR NA JANELA ::
DORALINAS – :: MEUS DIAS
Dizem que o Primeiro Amor é o Primeiro e único.
Bem, não acreditava em Amor a primeira vista até quando o avistei pela primeira vez, Aquele sorrisso lindo,cabelos comprindos e olhos puxados mim chamarão atenção e meu pobre coração parecia querer sair do peito.Ufa.
Desse dia então passamos a nos ver todos os dias,pois ele tinha que passar em frente a minha casa para ir ao Trabalho, e sempre passava na mesma hora e ficavamos nos olhandoate ele se distanciar.
Passaram-se algum tempo e até que um dia estava voltando para casa de uma Festa quando de repente para um carro do meu lado,na hora tomei um susto porque não achava que seria ele,pois já estava tarde e estava meio que deserto pensei vou ser assaltada,mas quando o vidro do carro baixou e a porta se abriu, minhas pernas ficarão trêmulas na hora gelei o coração parecia saltar do peito,e ele se aproximou de mim e perguntou:
Posso saber seu nome?
Eu o responde meio nervosa:Doralins e o seu?Me chamo Jiro. respondeu ele sorridente.
Dai então ele mim deu carona até em casa e marcamos de nos vermos no outro dia, dai começamos a sair a nos conhecer melhor, e a cada momento que passava so aumenta ainda mais minha paixão.
Passamos muitos momentos bons juntos.Costumo dizer que ele foi o meu Primeiro e Único Amor.
:: A APOSTA ::
DULCINEA – :: RECANTO MINEIRO
Eu estava com 18 anos, e era bem paquerada, eu tinha 3 paqueras. rsrsr
Meu marido sempre foi apaixonado por mim rsrsrs mas eu nunca dava “bola” para ele.
Então ele fez uma aposta com os amigos que um dia ele iria fazer eu me apaixonar por ele e depois iria dar o fora em mim. Coitado, rsrsr caiu do cavalo, pois acabei me apaixonando sim e ele mais ainda. rsrsrs E no final estamos aqui há 32 anos.Bem minha linda, espero que goste da minha historinha de amor.
:: A APOSTA ::
KATIA – :: PENSAMENTOS E HISTÓRIAS
Eu li umas coisas que ele escreveu e me apaixonei, antes mesmo de nos conhecermos.Quando nos conhecemos eu pude comprovar o que já sabia, que ele iria fazer parte da minha vida de uma forma que nenhuma outra pessoa poderia fazer. Tivemos um relacionamento por uns anos e hoje acabou, mas sei que ele sempre estará presente na minha vida, de alguma forma..
:: NAMORO VIRTUAL ::
MARY – :: CASAL DE LOBOS
Era sábado à noite, véspera do meu aniversário, e saí com uma amiga.Neste dia , choveu muito, e viemos pra casa mais cedo, quando a chuva diminuiu.Já passava de meia-noite, então já era o dia do meu aniversário!Como não durmo cedo, fui para o computador.Ao ir ver meus emails e recados, vi um recado de uma pessoa que tinha visto meu perfil num site de relacionamentos, e deixava o email e nº do celular, pedindo que ligasse pra ele.
Enviei a ele um email, dizendo que era meu Aniversário, e que iria receber alguns parentes em casa e não teria tempo de ligar.
Mas, como os meus convidados foram embora por volta das 8hs, resolvi ligar.
Conversamos bastante, e durante toda semana passamos horas no telefone, mas eu dizia que não queria um namorado, que seriamos só amigos.
E fiquei sabendo , ele só me deixou o tal recado, pois havia lido um aviso que eu tinha visitado a página do perfil dele, coisa que eu tinha absoluta certeza que não tinha feito! Na Sexta , fomos ao cinema apenas como amigos e ao terminar o filme, nem para lanchar com ele eu esperei…, saí correndo, pois minha cachorrinha estava sozinha em casa!!!
Ele diz que eu fugi,correndo…!!!Rss… No domingo era Páscoa, e por motivos diversos, iria passar o 1ºDomingo de Páscoa sòzinha , sem parente algum!Ele me ligou dizendo que iria levar o Filho e dois sobrinhos ao cinema, logo depois do almoço e insistiu para que fosse com eles! Eu não queria ir, mas ele pediu tanto… que aceitei. Ao me ver ,os meninos, não gostaram muito não! Rss…O Sobrinho me disse: “Esse Tio é só meu!!!! ” E o Filho disse: “Namoro,não!!! ” RSS… No cinema sentamos separados pelas Crianças!!! Rss… Mas, foi o “Domingo de Páscoa” mais alegre que já tive! Após o Cinema, fomos comer Pizza e foi tudo muito divertido! Após lancharmos, andamos um pouco pelo Shopping e nos despedimos , apenas como Amigos! Enquanto nos despediamos, as crianças foram andando na frente e ele perdeu as 3 crianças na saída do Shopping!!! Rss… Eu não notei, mas voltei , e entrei numa loja pra comprar uma revista . Para surpresa minha, achei as 3 crianças no fundo da loja, muito despreocupadas, folheando revistinhas!!! Rss… E imaginei que o Tio deveria estar “louco” , procurando por elas! Então peguei o celular e liguei pra ele avisando onde elas estavam!
Conclusão: depois de tantas confusões, resolvi desafiar os meninos e aceitar namorá-lo! E, finalmente, depois dele ter encontrado as crianças perdidas, demos o nosso “Primeiro Beijo”, na saída do Shopping! E estamos nos beijando até hoje!!! Já são 5 Anos e sempre que vamos ao Shopping fazemos questão de nos beijarmos para reviver aquele momento! Digo que ele foi o “Presente” que Deus me deu no meu Aniversário!!!
:: AMOR ANTIGO ::
MILLY – :: CANTINHO DA MILLY
Foi muito engraçado,nós dois temos um primo em comum,entao minha tia,irma da mamae,veio passar umas ferias numa ilha proximo de Belém,e eu estava la com meu irmao mais velho,o meu primo foi la visita-la,pois era sua mãe biológica,ai o jr foi com ele. Eu tinha na época uns 14 anos e o jr uns 11 anos,eu nem ligue pra ele,pois eu estava de olho em outro garoto mais velho,que estava numa casa enfrente a nossa. Passou os anos,eu me casei,passei casada uns dois anos,não deu certo,nos divorciamos,ai comecei a sair com meu primo,porque ele sempre faz de tudo pra me ver feliz.
Certa noite saimos pra passear e ele me levou até o jr,quando eu deparei com aquela coisa fofa,crescido,gostosão,me encantei na hora,fiquei na minha. Ai começamos depois a sair,saiu o meu divorcio,e depois de um ano nos casamos,vivemos casados já mais de cinco anos,com namoro ja compeltamos 7 anos,temos nossos desacordos as vezes como todo casal,mas nos amamos muito. Uma História muito engraçada,de vez em quando achamos graça,ele me encarna dizendo que eu ja era a fim dele desde criança e ele nem deu bola pra mim,rsrsrs.
:: AMIGO SECRETO::
Nika Angel – :: DIÁRIO BY NIKA ANGEL
Trabalhávamos na mesma empresa, e tudo começou em 1999, quando no final do ano, no “Amigo oculto” eu o tirei e ele me tirou!!! E outra coincidência, sem saber eu e ele havíamos sugerido o mesmo presente: o cd da Marisa Monte, com a música Amor, I love you… que acabou sendo a nossa música!!! Estamos juntos até hoje… São quase 10 anos juntos… Então é isso…
:: CUPIDO::
SIMONE – :: ALGUMA COISA EM COMUM
Meu marido e eu chegamos a estudar juntos, fizemos a sétima série do Ensino Fundamental juntos, mas nunca houve nenhum tipo de interesse ou amizade de ambas as partes. Depois de alguns anos, meu irmão e meu primo tornaram-se muito amigos do irmão do meu marido. Nessa época, eu estava noiva e meu marido também estava envlolvido em um relacionamento sério, portanto só o que fazíamos nas raras vezes em que nos víamos, era nos cumprimentar com um “oi”. Com isso, quero dizer que ainda não havia interesse algum entre nós.
Pois bem, aconteceu que terminei meu noivado e meu marido também terminou o namoro. O irmão dele começou a namorar a minha prima, mas ela só podia ir na casa dele, se eu fosse junto. Então é que começou a armação do meu cunhado: para me convencer a ir até a casa dele com minha prima, ele começou a dizer que meu marido estava interessado em mim e, dizia ao meu marido que eu estava interessada nele. Mas mesmo assim, nós não conversávamos. Ele raramante estava em casa quando íamos lá. Até que uma noite, meu cunhado fez com que eu esperasse pelo marido, pois disse que ele queria falar comigo. Esperei e, quando ele chegou, conversamos durante várias horas, e ele pediu o que eu achava de nós “tentarmos” para ver se daria certo. Aceitei, mas não estavamos levando muito à serio pois, como disse, tínhamos, ambos, recém terminado com nossos namoros e ainda estávamos um pouco tristes.
Mas nessa de “tentar”, acabou dando certo e, terminamos nos casando. Isso aconteceu há 18 anos e ,até hoje digo ao meu cunhado que a “culpa” é toda dele…hehehe.
:: UM DIA O AMOR CHEGA::
TATIANA BERTOLI – :: NEW LIFE
O amor da minha vida com certeza é o meu marido! Fui noiva pela primeira vez! Foram 2 anos e meio de namoro e 1 de noivado. O casamento estava marcado e faltava menos de 1 mês! Os dias iam chegando mais perto da tão sonhada data e nós estavamos brigando como cão e gato. Um dia perguntei à ele se ele tinha certeza que me amava e ele me respondeu: “Não tenho certeza se ainda te amo como antigamente” Resposta concreta para eu colocar um ponto final em tudo! Joguei tudo pro ar e terminei tudo!
Passaram-se alguns mêses e reencontrei uma paquerinha de antigamente. Por felicidade minha ele estava solteiro e começamos a sair novamente. Foi 1 ano de namoro e 1 de noivado! Ele era muito comodista e num certo tempo de noivado, notei um desenteresse da parte dele. Não queria mais sair, não sentia mais vontade de fazer nada! Apenas de ficar deitado no sofá! Um belo dia, liguei para casa dele e ele não estava. Peguei o carro e fui até lá ver o que estava acontecendo. Tinha a chave do apartamento e entrei! Ele não estava! Fui na sua pasta pegar uma caneta para deixar um bilhete que estive ali. Encontrei um bilhete que dizia: “Não deixe a noiva número 1 Pegar”! Peguei um pedaço de papel e escrevi: “A noiva número 1 Pegou”! E fui embora! Ele ligou 2 vezes para o meu celular, eu não atendi e ele nunca mais me procurou, rsrs… Essa foi uma desilusão amorosa no qual eu sofri muito!
Bom… Depois de estar certa que eu queria viver a minha vida e não querer mais saber de homens, veio o meu terceiro noivado, rsrs… Estávamos na quaresma e havia um baile gauchesco longe da cidade! Eu, como amo bailes, convidei uma amiga e fomos. Lá estava o homem da minha vida e eu jamais poderia imaginar. Enquanto minha amiga dançava com um cara, eu segurava sua cerveja e sua bolsa. De repente, apareceu o “Evandro” (amor da minha vida) na minha frente me convidando para dançar. Apontei os acessórios à ele e disse que não teria como eu dançar naquele momento! Ele deu meia volta e saiu de fininho. Minha amiga voltou, pegou as coisas dela e ficamos ali dançando. Lá vem o “Evandro” novamente, rsrs… Me fez a seguinte pergunta: “Qual vai ser a desculpa dessa vez”? Não tinha! Tive que dançar, né? Conversamos muito! Sobre todos os assuntos que possas imaginar. Coincidência… ele trabalhava com o meu tio! Não ficamos nesse dia, apenas nos conhecemos. Passaram-se 4 dias e combinamos de ir ao próximo baile. Foi lá que aconteceu o nosso primeiro beijo. Que por sinal eu odieiiiiiii, rsrs… Só que o Evandro me encantou pelo seu interior! O Beijo depois eu tratava de arrumar, rsrsr…. Namoramos, noivamos e estamos a quase 6 anos casados!
Ele é o verdadeiro amor da minha vida! Vou aproveitar e dizer mais uma vez: “Cheiro… Já te falei que Te Amo hoje? Te amo hoje, tá”? rsrs… Sempre brincamos desse jeito…

E a sua história Raquel onde está???Semana que vem aqui no Kriativa Blog!

 DIZ AÍ: O que você acha sobre o amor?

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Postado por: Raquel Machado às 13h51
 
 

 

  2) O tema é de seu agrado. Por que?

O amor é sempre um tema agradável, e desperta-nos boas emoções! E quando as partilhamos podemos encontrar muitas afinidades e até surpresas…

   3) Já frequentava esse blog? Caso negativo, qual foi sua impressão?

Não, nem conhecia. Posso dizer que não é o género de blog que normalmente visito, mas isso tem a ver com os meus interesses pessoais e não própriamente com questões da sua qualidade. È um blog essencialmente pessoal e emocional, visando a troca de opiniões e amizades. É muito saudável existir este tipo de blog, aproxima as pessoas e revela diferentes modos de ver e sentir. Penso que o que dá realmente dinâmica e atracção á blogosfera é exactamente a diferença de géneros e formas de os apresentar. E para cumprir os seus objectivos a autora recorre a vários estratagemas de interesse: secções diversas, blogagens colectivas, desafios, execução de diversos selos para prémios e agradecimentos ou apenas pelo gosto de presentear alguém.

   4) Escolha uma imagem, destas postagens, para ilustrar sua resposta/tarefa.

Como o post que escolhi já tinha muitas imagens, do ternurento casal A Dama e o Vagabundo, da animação Disney da minha infância, optei por outra do post de 4/11, de um selo com que a autora presenteou um outro desafio que propôs aos seus leitores, e que achei muito giro.

 

 

   5) Faça uma descrição do blog visitado. Comente todos os aspectos que te chamaram ( negativa ou positivamente) a atenção.

Como já referi, é um blog pessoal, muito feminino, que pretende ser acolhedor para quem o visita, apresentando diversas secções onde os visitantes podem participar deixando as suas histórias ou comentários. Todo o seu layout reflecte um certo universo feminino, tradicionalmente delicado (talvez um pouquinho demais…). Admiro as pessoas que conseguem organizar um blog deste género, que não têm dificuldade em  expôr as suas emoções e partilharem com outros desconhecidos,  acabando por formarem círculos de amizades próximas.

Outro aspecto que destaco é a capacidade criativa de produzir, e trocar, tantos selos alusivos aos mais variados assuntos, mas sempre com uma motivação de presentear alguém. Por outro lado, essa mesma múltipla produção acaba por interferir um pouco na leitura do blog, dispersando o leitor e o conteúdo, e talvez seja esse o aspecto menos positivo. Parece ser uma característica comum a um determinado grupo de blogs, que quase têm como um dos seus objectivos a troca de selos. Mas lá está: é assim que se estabelecem comunidades para todos os gostos e todas são necessárias.

  6) Coloque como título, de sua postagem/tarefa, o nome do blog visitado.  

E já está!

Aqui fica a minha participação nesta 2ª volta da BlogGincana. Mais uma vez foi a oportunidade de conhecer outros blogs, e desta vez um bem diferente dos que habitualmente visito.